sábado, 2 de maio de 2009

Seat Tango



Com o pequeno roadster Tango, a Seat anunciou as novas apostas de design que pretende seguir num futuro que já teve início com a nova geração do Ibiza. Desenhado por Walter da Silva, este roadster mostra ainda a nova filosofia desportiva adoptada pela marca espanhola do Grupo Volkswagen, havendo muitas hipóteses de uma evolução deste protótipo poder vir a entrar em produção, funcionando como imagem de marca.
O Seat Tango surge equipado com um motor 1.8 Turbo de 180 cv de potência, evoluído da versão que é utilizada pela Audi.

Opel Insignia Sports Tourer 2.0 CDTI Cosmo




Nem Station Wagon nem Caravan. A Opel efectuou uma nova abordagem na concepção da melhor carrinha por si produzida e chamou-lhe Sports Tourer. É a carroçaria mais apelativa da gama e a que maior adesão registará: cerca de 60% das vendas do Insignia no nosso país. Tal como a berlina, a Sports Tourer dá particular ênfase à tecnologia e à dinâmica, mas acrescenta-lhe mais estilo e maior funcionalidade. A íntima ligação da Opel às carrinhas teve início em 1953, com a Olympia Rekord Caravan, tendo-se seguido Kadett Caravan (1963), Ascona Voyage (1970), Omega Caravan (1989) e, mais recentemente, Astra Caravan (1993 a da primeira geração; 1998 a da segunda; 2004 a da terceira). Mas as atenções centram-se, agora, na imponente e evoluída Insignia Sports Tourer.


A eficácia e as performances transitam da berlina, mas o estilo e a funcionalidade subiram de tom. A Insignia Sports Tourer é a melhor carrinha de sempre da Opel.


Igual ao sedan até às portas traseiras, a Sports Tourer é apenas 78 mm mais comprida e 22 mm mais alta – largura e distância entre eixos mantiveram--se. Mais elegante e musculada, esta carrinha exibe, também, maior consensualidade. Até porque as opiniões são unânimes: a Sports Tourer é a carroçaria melhor conseguida da gama Insignia, graças ao perfil mais equilibrado e, sobretudo, aos grupos ópticos traseiros mais apelativos. Tal como a berlina, a Sports Tourer foi desenvolvida no Centro de Design e Engenharia da GM, em Rüsselsheim, Alemanha, onde é, também, produzida. O coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx) situa-se nos 0,28 – valor excelente para uma carrinha. O habitáculo agrada pela qualidade elevada, pelo design hi-tech, pelo posto de condução correcto e pela forte aposta na segurança – tal como acontece com a berlina. Mas acrescenta uma mala maior (o volume oscila entre 540 e 1530 litros) e, sobretudo, uma funcionalidade superior (mais locais de arrumação). Curiosa, a colocação das luzes de presença traseiras: no interior da mala, em vez de na base do portão traseiro. A chapeleira, além de ser prática, está bem concebida. Segundo a Opel, a abertura da mala foi inspirada, imagine-se, nos aviões de carga ucranianos Antonov! Muito útil é o mínimo que se pode dizer da operação eléctrica de abertura/fecho da mala (disponibiliza dois níveis de abertura em função da altura da garagem), que dispõe, ainda, de memória de posição, devendo tal ser efectuado através do comando do fecho central. Quem quiser mais, tem à sua disposição várias opções. Eis algumas: sistema FlexOrganizer (conjunto completo de redes e divisórias amovíveis para o transporte de bagagem); tejadilho panorâmico com abertura eléctrica; bancos dianteiros ergonómicos; bancos revestidos por TopTec (impede, graças à nanotecno­logia, a penetração de líquidos, oferecendo, ainda, maior resistência às manchas); châssis FlexRide com três níveis de ajuste (Standard, Tour e Sport); Opel Eye (sistema de câmara integrada com capacidade para interpretar sinais de trânsito, incluindo, também, alerta de transposição de faixa). A iluminação dianteira adaptativa, com nove funções (AFL+), tal com a tomada de corrente na mala, fazem parte do equipamento de série presente na versão Cosmo.


Um dos ex-libris técnicos da In­si­gnia Sports Tourer é o opcional châs­sis Flex­Ride montado na unidade avaliada. Trata-se de um sistema totalmente integrado de controlo adaptativo, com três modos distintos, todos seleccionáveis mediante um toque num botão específico. Sempre que se liga o motor, o modo pré-definido é o Standard. Premindo o botão Tour, o condutor passa a usufruir de um amortecimento mais suave da suspensão. Se, ao invés, a intenção for adoptar um ritmo de condução mais empenhado, o botão Sport dá resposta a esse desejo, pois, além de garantir um amortecimento mais firme da suspensão, altera o curso do pedal do acelerador, modifica a assistência da direcção e confere uma iluminação diferente ao painel de instrumentos. É certo que se notam as diferenças entre os modos Tour e Sport, mas não são muito significativas, pelo que é perfeitamente possível usufruir de um desempenho dinâmico eficaz, previsível e fácil de controlar mesmo nos modos Standard ou Tour. Os pneus Bridgestone Potenza RE 050A, de medida 245/45R18, a direcção precisa, a elevada estabilidade e os travões eficazes contribuem, também, para o elevado agrado que esta carrinha oferece. Só não gostámos muito do comando da caixa, não por ser ruidoso ou impreciso, mas por ser pouco rápido nas situações mais exigentes. O controlo de estabilidade é desligável em duas fases: primeiro tracção, depois estabilidade. O motor Diesel que faz mover os 1610 kg de peso desta carrinha é o 2.0 CDTI de 160 cv. É bem mais agradável do que o 2.0 CDTI de 130 cv, mas não consegue ser, por razões óbvias, tão apelativo quanto o novo 2.0 BiTurbo CDTI de 190 cv, que inicialmente será proposto apenas com tracção integral (Adaptative 4x4). Contudo, é bem explorado por uma caixa manual de seis velocidades, oferecendo performances de bom nível. Aliás, face às por nós registadas na berlina equipada com o mesmo motor, as diferenças são muito pequenas. Quer nas acelerações, quer nas recuperações, quer ainda na travagem ou mesmo nos consumos.
Das nove versões que compõem, numa primeira fase, a gama da Insignia Sports Tourer no nosso país, a comercialmente mais expressiva é a 2.0 CDTI Cosmo de 160 cv, que custa 38 450 euros. A terminar, refira-se que a gama se inicia nos 31 450 euros da versão 1.6 Turbo Edition e termina nos 53 200 euros da versão 2.8 V6 Turbo Cosmo AWD.

Volkswagen Tiguan


Em 2002, a Volkswagen ingressou no mundo dos utilitários esportivos com o Touareg. Cinco anos depois, a marca desceu um degrau e lançou o Tiguan, primeiro representante dos alemães entre os SUVs compactos e que acaba de chegar ao Brasil. Lançado em 2007, o modelo é um dos maiores sucessos de venda da VW no mercado europeu. O Tiguan é construído sob a plataforma da quinta geração do Golf e exibe alguns componentes em comum com o hatchback. Por fora, o visual é moderno. A dianteira exibe faróis afilados – e que serviram como fonte de inspiração para o Novo Gol – e vincos marcantes no para-choque, elementos presentes também em outros modelos da marca. A lateral possui um desenho limpo, bem ao estilo alemão de design. Já a traseira conta com lanternas parecidas com as da perua Passat Variant (e que, por sua vez, motivaram o desenho da SpaceFox), que invadem a tampa do porta-malas. Os elementos circulares ainda são atuais, embora já tenham sido abandonados nos lançamentos mais recentes da VW, como o Scirocco e o novo Polo. Internamente, o painel é o mesmo do Golf Plus, espécie de monovolume baseado no Golf vendido apenas no Velho Continente. Os instrumentos são parecidos com os do Jetta, assim como o volante de três raios. Outras peças também são provenientes do Golf europeu, como o controle do ar-condicionado digital e o sistema de som com reprodução de arquivos em MP3. O Tiguan (cujo nome foi escolhido por leitores de uma revista alemã) vem bem equipado de fábrica. Airbag duplo frontal, airbags laterais e do tipo cortina trabalham em conjunto com o sistema de freios anti-travamento (ABS) e o controle de estabilidade (ESP) para garantir a segurança dos ocupantes. Ar-condicionado com duas zonas de regulagem, sensores de estacionamento, rodas de liga leve de 17 polegadas, monitoramento da pressão dos pneus e o engenhoso sistema Auto Hold (que impede que o veículo recue em aclives até que o motorista acelere) compõem a lista de itens de série. Teto solar panorâmico, faróis de xenon direcionais e rodas de 18 polegadas são oferecidos como opcionais. No Brasil, o Tiguan será vendido em uma única versão, equipada com o motor 2.0 TSI, equipado com injeção direta e capaz de gerar 200 cv. Segundo dados da montadora, o SUV acelera de 0 a 100 km/h em 8,5 segundos e chega a 207 km/h. Entre seus concorrentes, o Tiguan deve encarar os SUVs asiáticos, como Hyundai Tucson, Honda CR-V e Toyota RAV-4.

Mercedes Benz - Classe S AMG


Todo Mercedes-Benz que passa pelas mãos da AMG agrada em cheio aos fãs de esportivos. Com o novo Classe S não deve ser diferente, e o resultado pode ser conferido no Salão de Xangai. Disponível em duas versões – S63 e a mais luxuosa S65 -, o sedã recebeu os mesmos retoques de estilo dos modelos “convencionais”. Os faróis de bi-xenon com iluminação por LEDs e a nova grade dianteira são algumas das alterações. Na parte de trás, as lanternas também ficaram mais modernas e atraentes. O visual nervoso típico dos AMG se revela nos detalhes. O para-choque dianteiro possui grandes entradas de ar, com destaque para as duas entradas de ar posicionadas à frente dos para-lamas. Na lateral, as belas rodas de liga leve podem ser de 19 polegadas no caso da S63 ou de 20 polegadas para a S65, enquanto que as inscrições “6.3 AMG” e “V12 Biturbo” indicam que este Classe S não está para brincadeira. Já a traseira tem um visual musculoso, com para-lamas abaulados e dois vistosos pares de ponteiras ovais. Por dentro, todo o luxo da Mercedes-Benz ganha um toque de esportividade. Os bancos com massageador e ajustes elétricos possuem formato anatômico para segurar o corpo dos ocupantes nas curvas mais acentuadas. Todo o interior é revestido com materiais nobres, como couro e madeira de lei, e um elegante relógio da suíça IWC esbanja elegância. Entre os itens de série, o Classe S AMG também não decepciona. Câmeras com visão de infra-vermelho e detecção de pedestres, freios que reduzem a velocidade automaticamente em caso de obstáculos e o moderno sistema que identifica sinais de cansaço por parte do motorista são apenas alguns dos atributos do sedã. Quanto às motorizações, ambas não sofreram grandes modificações, o que não deve ser encarado como uma crítica. O S63 conta com um motor 6.3 com oito cilindros em “V”, capaz de gerar 525 cv e acelerar de 0 a 100 km/h em 4,6 segundos. Já o S65 usa um propulsor 6.0 biturbo V12 com espantosos 612 cv, que fazem partir da imobilidade e chegar aos 100 km/h em meros 4,4 segundos. Segundo a Mercedes-Benz, ambos os modelos devem chegar ao mercado europeu a partir de junho de 2009.

Mitsubishi iMiEV


O i MiEV SPORT quase não tem frente, mas seu desenho fastback afila o contorno do teto rumo à traseira, compondo um formato semelhante ao de uma gota. As quatro rodas ficam nas extremidades desse carro elétrico.
A bateria de íon-lítio vem instalada sob o assoalho e o motor fica por baixo do porta-malas. Essas características proporcionam a este pequeno e informal cupê 2+2 esportivo de 3,45 metros de comprimento uma melhor distribuição de peso e um centro de gravidade mais baixo. Isso favorece seu comportamento dinâmico e até a segurança em caso de colisão.
O motor de 63 cv sob o porta-malas é apenas um dos que o i MiEV SPORT possui e move as rodas de trás. São três no total, sincronizados magneticamente o tempo todo. As rodas dianteiras têm cada uma seu próprio motor de 27 cv. Um sistema eletrônico E-4WD otimiza a performance de ambos. Com um motor elétrico, o sistema E-AYC (Electric Active Yaw Control) complementa o cardápio, controlando a estabilidade e distribuindo o torque para as rodas da direita e da esquerda do veículo. O conceito chega a 180km/h e tem autonomia de 200 km.
A profusão de siglas continua com o sistema S-AWC, que integra o ABS e o controle ativo de estabilidade ASC para controlar forças como tração e frenagem, sendo que esta também serve para recarregar a bateria. Há um gerador junto ao teto e um ventilador gera eletricidade de dentro da grade para maximizar o aproveitamento de energia do carro em movimento. Os vidros absorvem calor para facilitar o trabalho - e economizar energia - do ar condicionado. Muitos componentes do interior são produzidos em resina vegetal.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Zon

TV (93 canais) + NET (18 Mb) + PHONE (Noites e Fins de semana) = 48,69 euros por mes (nos primeiros 12 meses, depois a mensalidade passa a ser de 53,69 euros)



sexta-feira, 13 de março de 2009

Mini Cooper John Works



Ele agora tem 211 cavalos de potência, vindos de um motor 1.6 turbo, de alumínio, equipado também com um sistema que dá um “overboost” momentâneo, para ultrapassagens.





A aceleração de 0-100 é feita em apenas 6,9 segundos, e a máxima é de 235 km/h. Não é por ser pequeno que não é rápido! E ao mesmo tempo, gasta apenas 7 litros de gasolina aos 100 kilômetros.